Um quarto, uma luz e muita inspiração

Já dizia o poeta Manoel de Barros: “Difícil é fotografar o silêncio”.

Quando não se pode contar com poses, sorrisos mil ou saltos embalados pelo amor e a cor mais linda do azul anil.

Quando o silêncio inunda não apenas as quatro paredes de concreto, mas dominam o coração.

Ouço em minha alma, o silêncio da emoção.

A natureza morta ganha uma beleza sem fim, mostra que sem ela o que é morto vem de mim.

O olhar em preto e branco mostra a força e o vigor, de uma natureza tão bela e sem cor.

Gosto do barulho que o silêncio causa em minha alma, quando as vozes da consciência encontram no suspiro do vento a mais perfeita calma.

Tocar, olhar, cheirar, instintos tão primitivos que no cotidiano perdem o sentido de estar.

Mas que ao silêncio da natureza fazem meu coração se acalentar.


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 Bj,

Tutu

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